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Mambo Ale, nosso chopp exclusivo

A Mambo Drinkeria, já conhecida pela carta especial com mais de 100 drinks, investe também na linha de chopps artesanais. Depois da edição especial da nossa cerveja Mambo Summer Ale, agora criamos um Chopp exclusivo para brindar todos os dias da semana no nosso happy hour!

Com assinatura de Felipe Viegas (Taberna do Vale) especialmente para a casa, o chopp Mambo Ale tem os moldes na tradicional cerveja inglesa, para se tomar em um pub. O sabor é levemente caramelado, um pouco mais amarga e com 6.5% de álcool.

A Taberna do Vale existe desde 2008, e o mais bacana é o fato de ser uma cervejaria-escola. “Qualquer leigo pode fazer o curso e ter condições de fazer a sua própria cerveja em casa”, explica  Felipe, que segue os moldes da cervejaria inglesa e tenta aproximar ao máximo às receitas da Europa, berço cervejeiro. “Na Taberna, já passaram mais de 800 pessoas”, comemora.

Além disso, o diferencial do lugar é a disponibilidade de receitas de variados estilos e, assim, oferecer ao cliente um produto único. Por isso, quem vai ao Mambo experimentar nosso chopp precisa voltar para degustar mais uma vez, pois é um produto exclusivo da casa!

Como harmonização, Felipe sugere carne de porco com molho barbecue, que combina com o sabor e o aroma da Mambo Ale. E, claro, indicamos um dos nossos pratos preferidos,  o “carro-chefe” da casa: As Titelas BarbecanasCostelinhas de porco defumadas ao molho barbecue de pimenta biquinho com licor de cachaça, cobertas com farofa de nachos crocantes. Uma combinação de dar água na boca!

Outra opção que indicamos é o também tradicional petisco Spice Papas, uma das sugestões mais pedidas para acompanhar uma cerveja bem gelada – Batatas baby salteadas ao curry com cobertura de creme de milho, flocos de bacon e cebolinha. Para os vegetarianos, há a opção com bacon de soja.

Então anote na agenda: Nessa quarta (04/07) tem “Taberna Bier Fest” com lançamento do nosso chopp Mambo Ale, com moldes na tradicional cerveja inglesa. E, pra animar a noite, o dj Zé Pequeno em um set 100% Vinil especial de músicas brasileiras. Fica o convite para participar com a gente, não perca!


Sábado tem lançamento de livro aqui no Mambo

Pedro de Luna

A vida dos músicos e dos escritores têm muito em comum, a começar pela dificuldade em registrar suas obras em suportes físicos e, sobretudo, em divulgar para muita gente fora do ambiente virtual. É o que constatou o jornalista e gestor cultural Pedro de Luna, que lançou em junho seu primeiro livro, “Niterói Rock Underground (1990-2010)”, de forma independente.

Passando a sacolinha, no chamado crowdfunding, o autor vendeu 120 exemplares antecipados em apenas 15 dias. E agora ele leva a segunda edição do livro (que se aproxima das 400 vendidas) para Belo Horizonte. Na capital mineira, o lançamento será aqui no Mambo neste sábado (20/8), a partir das 20h.

Sobre o livro
O que chamamos hoje de indie ou alternativo começou no Brasil no início dos anos 1990 com o surgimento da tal cena independente. No ano em que a MTV se instalou no Brasil e o presidente Collor abriu o mercado para a entrada do instrumento e do equipamento de som importado, uma movimentação tomou conta de jovens por todo o Brasil, como certo adolescente morador de Niterói. As bandas começaram a divulgar suas músicas em fitas demo em cassete ou vinil, e os fanzines tinham o papel de mídia especializada. Selos e gravadoras independentes surgiam. Sem internet, a circulação de informações se dava por cartas.

Em “Niterói Rock Underground (1990-2010)”, o jornalista, publicitário e quadrinista Pedro de Luna mostra a transição da música (e por que não da cultura) no país e seus reflexos em Niterói-RJ. A revolução aconteceu no campo sociológico, político, estético, econômico e, claro, tecnológico. Da fita cassete, LP, VHS, fotocópia, fotografia em papel e o fax para o mp3 e o telefone celular, foi um longo caminho. E no meio dele não tinha uma pedra, e sim o fax, a popularização do computador pessoal com impressora, o CD, o DVD e o vídeo laser. E o Pedro.

Fruto de um trabalho que começou em 2007, este livro é uma bíblia para quem quer trabalhar com jornalismo cultural ou se divertir com a realidade de quem vive o rock.

Boa leitura!


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